Praias do Brasil sem multidão para fugir da alta temporada: destinos preservados e como chegar de ônibus. Guia completo para quem quer sossego no verão.
Praias do Brasil sem Multidão para Curtir no Verão
Praias do Brasil sem Multidão para Curtir no Verão
Nem todo mundo quer disputar guarda-sol com centenas de pessoas em Copacabana ou Porto de Galinhas em janeiro. Existe uma categoria de destino que entrega o mesmo mar bonito e a mesma sensação de férias, mas sem a multidão dos points mais famosos — geralmente porque exigem um pouco mais de esforço para chegar, o que naturalmente filtra o volume de visitantes.
Por Que Alguns Destinos Ficam Mais Vazios
A regra é quase sempre a mesma: quanto mais fácil o acesso (voo direto, estrutura hoteleira grande, presença em roteiros de pacote), maior a movimentação. Destinos que exigem uma conexão extra — ônibus + barco, ou uma estrada de acesso mais longa — tendem a manter o volume de turistas mais controlado, mesmo sendo igualmente bonitos.
Destinos Preservados para Considerar
Itacarezinho e Prainha (Itacaré, BA) — dentro do mesmo destino badalado de Itacaré, essas praias exigem trilha e ficam naturalmente mais vazias que a Segunda Praia central.
Barra Grande (Maragogi, AL) — vila de pescadores vizinha ao point principal de Maragogi, com piscinas naturais de acesso mais simples e muito menos gente.
Praia do Ouvidor (Praia do Rosa, SC) — acessível por trilha curta a partir da praia principal, com fração da movimentação da vila central.
Praia dos Milagres (Ilhéus, BA) — ao sul da cidade, com falésias e bem menos estrutura turística que o centro de Ilhéus.
Quinta Praia / Praia do Encanto (Morro de São Paulo, BA) — a mais afastada das cinco praias do Morro, naturalmente mais vazia por exigir caminhada maior.
Estratégias para Fugir da Multidão Mesmo em Destinos Populares
Vá fora do pico de verão. Novembro e a primeira quinzena de dezembro, ou fevereiro depois do Carnaval, mantêm o clima quente com muito menos gente que o Réveillon e o Ano Novo.
Prefira dias de semana. Mesmo na alta temporada, terça a quinta-feira têm significativamente menos movimento que os fins de semana.
Chegue cedo. A maioria dos destinos de praia enche a partir das 10h — quem chega às 7h ou 8h aproveita a mesma praia praticamente sozinho por algumas horas.
Explore o entorno. Toda praia famosa tem uma vizinha menos conhecida a poucos quilômetros de distância — muitas vezes tão bonita quanto, com uma fração do movimento.
Como Chegar
A Viaje Guanabara opera para os hubs de acesso da maioria desses destinos — Salvador (para Itacaré, Morro de São Paulo e Ilhéus), Recife (para Maragogi) e Florianópolis (para Praia do Rosa). Consulte horários e origens em viajeguanabara.com.br.
Vale conferir a página de ofertas da Viaje Guanabara para promoções ativas antes de comprar a passagem.
Perguntas Frequentes
Qual a melhor época para fugir da multidão nas praias do Brasil?
Novembro, início de dezembro e fevereiro (pós-Carnaval) mantêm o clima quente com significativamente menos turistas que o pico de Réveillon e Ano Novo.
Existem praias tranquilas perto de destinos famosos?
Sim, praticamente todo destino popular tem uma praia vizinha menos conhecida — geralmente a alguns quilômetros ou uma trilha de distância, com fração do movimento.
Vale a pena um destino que exige mais esforço para chegar?
Frequentemente sim — destinos com acesso mais elaborado (combinação de ônibus e barco, por exemplo) tendem a manter o volume de turistas mais controlado, preservando melhor a experiência e a paisagem.
Fontes: Prefeituras municipais dos destinos citados, Bahiatursa, Santur.

Formado em Administração pela UFF, Tiago Rezende nasceu em Juiz de Fora e cresceu transitando entre o interior de Minas Gerais e o eixo Rio-São Paulo desde criança. Sua primeira viagem longa de ônibus foi aos 14 anos passando pelo Vale do Paraíba. Ficou a viagem inteira de olho na janela assistindo a paisagem de serra abrir e fechar entre túneis. Não dormiu. Não se arrependeu. Passou quatro anos numa consultoria em São Paulo antes de decidir que preferia ver o país a falar sobre ele em reuniões. Em 2019 comprou uma passagem para Fortaleza sem passagem de volta, com mochila de 22L e R$800 na conta. Já dormiu em ônibus leito 217 vezes, testou todas as classes e tem uma opinião formada sobre cada rodoviária do Brasil. Tem uma obsessão particular por empresas que cuidam da estética da frota: um ônibus com identidade visual própria diz mais sobre o cuidado da empresa do que qualquer certificação. Escreve sobre como viajar mais por menos sem abrir mão do conforto que importa.
